Esquadra dos Estados Unidos já às portas da Venezuela é muito grande para operações de rotina, dizem analistas. Bombardeio é admitido. (Veja imagens no @montesclaroscom, o Instagram da 98FM, no facebook Montesclaroscom Radiomoc e no whatsapp montesclaros.com)
Sábado 30/08/25 - 6h45Os Estados Unidos intensificaram sua presença militar no sul do Caribe.
Navios de guerra, um submarino nuclear e cerca de 4,5 mil militares estão estacionados próximos à costa da Venezuela.
Embora o governo americano reaafirme que a missão visa combater o narcotráfico, analistas observam que a mobilização configura uma pressão política explícita ao regime de Nicolás Maduro.
Especialistas classificam a ação como forma de "diplomacia de canhoneira": demonstração de poder para intimidar, mas sem indicar claramente a intervenção militar.
Em Washington, autoridades afirmam que a operação não tem como foco a invasão, enquanto analistas pontuam que o tamanho da força é muito grande para operações de rotina, mas pequeno para um ataque formal.
FORTE
Os 6 navios de guerra navegando nas águas da América Latina e do Caribe representam forte demonstração de força e de desembarque.
A porta-voz da Casa Branca resumiu:
"O presidente Trump tem sido muito claro e consistente. Ele está disposto a usar todos os recursos de seu poder para impedir a entrada de drogas em nosso país e levar os responsáveis à justiça", disse a secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt.
E a reafirmou a posição do governo dos EUA de que Maduro "não é um presidente legítimo".